Saturday, June 30, 2007

O pós-férias.

Para usar uma expressão que considero libertadora: “isto está-se a compôr!”, finalmente, com o peso pós-férias a corrigir-se lentamente (59.6kg), apesar de pequenos abusos deliciosos, como certos jantares de partilha de mariscos, hihi, e o almoço de hoje, de cabidela da mamã, huuhuu, e o fim da primeira semana de trabalho, que foi… como descrevê-la?…

… a primeira semana das 26 que restam deste ano, depois de 21 dias de maravilhosa ausência física do local de trabalho, e, talvez, de 10 dias de absoluta ausência mental, doeu. Doeu mesmo! Mas acabou. Agora é Enfrentar o resto: Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro. Como sobreviver a 6 meses sem férias? Vou ter que me concentrar na minha casa nova! Yupi!

Fica aqui a minha futura “vista ao acordar”

 

 

 

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Saturday, June 23, 2007

É uma merda, mas é melhor assim.

Fim de férias. Saldo final: 60 kg.

O ano passado, no fim das férias, estava com 74, por isso tento não ficar demasiado chateada por este quilo que me apanhou. Este quilo está cheio de coisas boas, dias óptimos e excitantes.

Chega de peso.

Na 2ª.feira volto à rotina, e depois? Já há muito tempo que o faço, mais vale que se acabe o drama. Para drama já chega o resto do mundo.

Sou muito desconfiada. Já era ansiosa e insegura, e isso por si já gera bastante desconfiança. Depois, com o tempo a passar e a passagem da gente que povoou esse tempo, e, muito, também, por deformação profissional, fiquei mais e mais desconfiada. Também não sou parva, por isso, mais do que gostaria, as pessoas tornam-se-me transparentes. Os clientes foram ficando mais e mais transparentes e agora basta-me uns minutos para lhes tirar a “pinta” e retirar do meu catálogo o comportamento adequado a cada um… parece mau, mas não é. Eles bem sabem ao que eu vou, e se não sabem assumir o seu próprio papel… bem… então aprendam! Eu também aprendi, e doeu.

O que me dói mais é a transparência dos que me rodeiam. Dói-me a forma como comecei a ver tudo e todos. As mais das vezes percebo, num relance, o que as pessoas tentam afincadamente esconder-me. É uma merda. Reduzo e reduzo o número de pessoas que me importam. É uma merda, mas é melhor assim.

Na 2ª.feira volto para o meio dos outros, saio do meu cocoon e volto para o meu mundo real. Blagh.  É uma merda, mas é melhor assim.

 

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Sunday, June 17, 2007

Férias… parte 2 de 3: Knowledge is Power!

E pois que se foi outra semana de férias. Desta feita: algarvias. Sucederam as da semana 1 de 3, as transmontanas.

3 dias de idílio e 2 dias de chuva torrencial. Helás.

Estava mortinha por vir para casa, porque ao fim de 3 dias em qualquer sítio começo a desatinar com tudo e quero a minha cama, a minha cozinha, os meus hábitos. Benditas férias, que me recordam do bom que a minha vidinha é de costume, de rotina, de ramerrame, etc.

Quanto a pesos, recuperei “o quilo” que se tinha ido com a febres de Maio. Surpreendente foi ter sido só o “1″, considerando os jantares de carne grelhada com batatas a murro, bacalhau na brasa com batatas a murro, batatas a murro, com batatas a murro, tudo com muito azeite, azeitonas, queijo, e vinho… hufff… pão transmontano, seguido de pão alentejano, com e sem manteiga e/ou doce, ou de entrada, com azeite, ou só porque sim… foi uma lufalufa!

Et voilá: 59.5 kg.

De qualquer forma, descansadinha, constato que de há um ano a esta parte, as coisas melhoraram um tanto: em Junho de 2006 tinha 74.1 kg, agora tenho 59.5 kg. Viva!

Perdi 14 quilos e pico, e não pretendo voltar a ganhá-los. Sei que esta semana que se avizinha, em casa, no total bezerranço, representa um desafio! Pretendo não só não aumentar como diminuir umas gramas - 500 para ser exacta - para voltar ao 59.0 kg que me faz tão bem ao ego.

Numa nota à parte, li hoje uma entrevista àquele Dr. das dietas da moda. Do global, devo dizer que, da descrição que apresentavam, me parece que os regimes definidos por ele são muito ajustados. No entanto, chamou-me à atenção a menção a uma questão que já me tem feito pensar bastante: desaconselha o digníssimo senhor que se use regularmente a balança, por medo que isso possa desmotivar o sujeito da dieta. Ora isso a mim parece-me uma grandessíssima balela.

Ponha-se a questão como se quizer, a realidade é só uma: uma dieta só resulta com força de vontade, e a força de vontade só existe em mentes informadas. Fechar os olhos e rezar para emagrecer é uma parvoíce (excepto para aqueles que são crentes e que respeito grandemente, mas de cujo grupo me excluo).

Qualquer alteração de vida, seja ela qual for, mesmo uma mísera reeducação alimentar, passa de maneira inevitável por uma decisão. Uma decisão é uma assumpção de responsabilidade. Começa com choro e ranger de dentes e com a admissão de culpa: eu estou gordo(a) porque me alimento mal. Exclui-se, claro, todo aquele que sofra de distúrbios hormonais e afins, que simplesmente tem azar… Para o resto de nós gordos, ou ex-gordos com propensão para a fácil engorda, sobra a admissão de culpa: mea maxima culpa. Estamos gordos porque somos ocidentais sobrealimentados com vidas sedentárias, e alguma pedrinha na asa que nos faz comer para esquecer tudo e qualquer coisa. Só depende de cada um decidir parar.

Ora bem, esta decisão tem que ser vista com seriedade. Há que reunir informação, sobre os alimentos, sobre as calorias, sobre as necessidades alimentares, etc, etc, em suma: é preciso ter interesse em saber! Quem não quer saber, não vai saber, e vai comer mal, e vai inevitavelmente pesar mais!

Depois é preciso estar ciente que a perda de peso será - e deve ser! - LENTA! Não adianta começar uma dieta para perder 10 quilos numa semana, porque se entra de férias de hoje a oito dias. Uma decisão séria requer expectativas razoáveis.

E agora entra a balança! A balança dá-nos informação concreta, palpável e interpretável. Pode registar-se o peso diariamente, semanalmente, mensalmente, ou de hora a hora… é indiferente! O que interessa é ter uma mente aberta, ser minimamente inteligente! Se peso x antes de ir dormir, acordo com y. Sem dúvida alguma x>y! Se a diferença for grande, sei como me alimentei ontem, e sei que fiz bem, se a diferença é pequena, fiz mal, posso melhorar. Só um imbecil não percebe este princípio, e se desiste é porque não tem um compromisso sério consigo mesmo com a sua decisão, com o seu corpo e com a sua saúde.

Interpertar passa por saber que temos ritmos orgânicos, que fazemos retenção de líquidos com essas variações, e com excesso de sal, por exemplo… blabla… descubra você o que precisa de saber para interpretar os seus pesos.

Não vale a pena comer alface durante uns tempos e perder quilos e quilos, para depois voltar ao mesmo. É estúpido e inútil, para além de perigoso. A questão toda é que temos que aprender, com o nosso corpo, por tentativa e erro, o que podemos e não podemos comer, e quanto e quando. Temos que aprender o que já devíamos saber desde sempre e por alguma razão não sabemos: como comer adequadamente, com prazer, alimentos de que gostamos, mas de forma ponderada e ajustada àquilo que é o nosso corpo.

Se é preguiçoso e, em vez de estudar e se esforçar, prefere pagar balúrdios a um sr.dr. para ele lhe dar ordens, boa sorte! Mas lembre-se: ele ganha dinheiro com a sua gordura, não com a sua aprendizagem de si mesmo e do seu corpo. Remember: Knowledge is Power!

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Saturday, June 9, 2007

Cerejas…

… colhidas numa tarde quente transmontana.
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Friday, June 1, 2007

Nada de peso…

Estou de férias!

I won´t freaking care about my weight for a month!

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