Sunday, June 17, 2007

Férias… parte 2 de 3: Knowledge is Power!

E pois que se foi outra semana de férias. Desta feita: algarvias. Sucederam as da semana 1 de 3, as transmontanas.

3 dias de idílio e 2 dias de chuva torrencial. Helás.

Estava mortinha por vir para casa, porque ao fim de 3 dias em qualquer sítio começo a desatinar com tudo e quero a minha cama, a minha cozinha, os meus hábitos. Benditas férias, que me recordam do bom que a minha vidinha é de costume, de rotina, de ramerrame, etc.

Quanto a pesos, recuperei “o quilo” que se tinha ido com a febres de Maio. Surpreendente foi ter sido só o “1″, considerando os jantares de carne grelhada com batatas a murro, bacalhau na brasa com batatas a murro, batatas a murro, com batatas a murro, tudo com muito azeite, azeitonas, queijo, e vinho… hufff… pão transmontano, seguido de pão alentejano, com e sem manteiga e/ou doce, ou de entrada, com azeite, ou só porque sim… foi uma lufalufa!

Et voilá: 59.5 kg.

De qualquer forma, descansadinha, constato que de há um ano a esta parte, as coisas melhoraram um tanto: em Junho de 2006 tinha 74.1 kg, agora tenho 59.5 kg. Viva!

Perdi 14 quilos e pico, e não pretendo voltar a ganhá-los. Sei que esta semana que se avizinha, em casa, no total bezerranço, representa um desafio! Pretendo não só não aumentar como diminuir umas gramas - 500 para ser exacta - para voltar ao 59.0 kg que me faz tão bem ao ego.

Numa nota à parte, li hoje uma entrevista àquele Dr. das dietas da moda. Do global, devo dizer que, da descrição que apresentavam, me parece que os regimes definidos por ele são muito ajustados. No entanto, chamou-me à atenção a menção a uma questão que já me tem feito pensar bastante: desaconselha o digníssimo senhor que se use regularmente a balança, por medo que isso possa desmotivar o sujeito da dieta. Ora isso a mim parece-me uma grandessíssima balela.

Ponha-se a questão como se quizer, a realidade é só uma: uma dieta só resulta com força de vontade, e a força de vontade só existe em mentes informadas. Fechar os olhos e rezar para emagrecer é uma parvoíce (excepto para aqueles que são crentes e que respeito grandemente, mas de cujo grupo me excluo).

Qualquer alteração de vida, seja ela qual for, mesmo uma mísera reeducação alimentar, passa de maneira inevitável por uma decisão. Uma decisão é uma assumpção de responsabilidade. Começa com choro e ranger de dentes e com a admissão de culpa: eu estou gordo(a) porque me alimento mal. Exclui-se, claro, todo aquele que sofra de distúrbios hormonais e afins, que simplesmente tem azar… Para o resto de nós gordos, ou ex-gordos com propensão para a fácil engorda, sobra a admissão de culpa: mea maxima culpa. Estamos gordos porque somos ocidentais sobrealimentados com vidas sedentárias, e alguma pedrinha na asa que nos faz comer para esquecer tudo e qualquer coisa. Só depende de cada um decidir parar.

Ora bem, esta decisão tem que ser vista com seriedade. Há que reunir informação, sobre os alimentos, sobre as calorias, sobre as necessidades alimentares, etc, etc, em suma: é preciso ter interesse em saber! Quem não quer saber, não vai saber, e vai comer mal, e vai inevitavelmente pesar mais!

Depois é preciso estar ciente que a perda de peso será - e deve ser! - LENTA! Não adianta começar uma dieta para perder 10 quilos numa semana, porque se entra de férias de hoje a oito dias. Uma decisão séria requer expectativas razoáveis.

E agora entra a balança! A balança dá-nos informação concreta, palpável e interpretável. Pode registar-se o peso diariamente, semanalmente, mensalmente, ou de hora a hora… é indiferente! O que interessa é ter uma mente aberta, ser minimamente inteligente! Se peso x antes de ir dormir, acordo com y. Sem dúvida alguma x>y! Se a diferença for grande, sei como me alimentei ontem, e sei que fiz bem, se a diferença é pequena, fiz mal, posso melhorar. Só um imbecil não percebe este princípio, e se desiste é porque não tem um compromisso sério consigo mesmo com a sua decisão, com o seu corpo e com a sua saúde.

Interpertar passa por saber que temos ritmos orgânicos, que fazemos retenção de líquidos com essas variações, e com excesso de sal, por exemplo… blabla… descubra você o que precisa de saber para interpretar os seus pesos.

Não vale a pena comer alface durante uns tempos e perder quilos e quilos, para depois voltar ao mesmo. É estúpido e inútil, para além de perigoso. A questão toda é que temos que aprender, com o nosso corpo, por tentativa e erro, o que podemos e não podemos comer, e quanto e quando. Temos que aprender o que já devíamos saber desde sempre e por alguma razão não sabemos: como comer adequadamente, com prazer, alimentos de que gostamos, mas de forma ponderada e ajustada àquilo que é o nosso corpo.

Se é preguiçoso e, em vez de estudar e se esforçar, prefere pagar balúrdios a um sr.dr. para ele lhe dar ordens, boa sorte! Mas lembre-se: ele ganha dinheiro com a sua gordura, não com a sua aprendizagem de si mesmo e do seu corpo. Remember: Knowledge is Power!

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Saturday, June 9, 2007

Cerejas…

… colhidas numa tarde quente transmontana.
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Friday, June 1, 2007

Nada de peso…

Estou de férias!

I won´t freaking care about my weight for a month!

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Thursday, May 31, 2007

Uma janela…

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Wednesday, May 30, 2007

Nervos, nervos… muitos nervos…

Estou prestes a conseguir uma coisa que quero muito muito muito, mas ainda pode não ser para já… não consigo esperar! Não aguento! Estou num caco!!!
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Saturday, May 26, 2007

Pesagem semanal

Semana 47!

58.7 kg

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Monday, May 21, 2007

… mais quilo, menos quilo… literalmente!

Na quinta feira não fui trabalhar para o escritório (embora tenha trabalhado via internet e por telefone) porque estava com temperatura: 38 ºC, tosse e muito entupimento. O pior de tudo era o cansaço e as dores musculares. Basicamente, eu não me tinha nas canetas… A noite mal dormida, e muito transpirada, levou-me 1 quilo. Quilo certinho esse, que parece não ter voltado, embora eu ainda esteja a estudar a situação.

Na 5ª.de manhã lá estava: 58.5 kg.

Na sexta, já a sentir-me muito melhor, fui trabalhar. O dia durou, comigo a partir do Porto para Mirandela já pelas 16h, fazer um trabalhinho, que acabei já perto das 20h. Jantei em Mirandela, um bom bacalhau salgado.

Ora bacalhau: sal! Sal: retenção  de água!… Africa, mãe África… Sábado ao acordar: 59.5 kg. Pensei: ora bolas… lá se foi a única vantagem da gripe…

Mas não. Pelo visto ficou. A água foi-se, e hoje: 58.5 kg. Olé.

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Sunday, May 13, 2007

A mulher moderna, na sala e na cozinha…

Recomendável: o chazinho milagroso.
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Saturday, May 12, 2007

59,2 kg.

A (minha) estabilidade está a transtornar este blog, que está um bocado chato.

Vou comer, a ver se isto anima, hihi…

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Saturday, May 5, 2007

O meu meio-quilo

A minha reeducação alimentar, iniciada aos 74.1 kg/ IMC 29.3, a 2 de Julho de 2006, caracterizou-se pela moderação generalizada das quantidades ingeridas, mas principalmente pela introdução da sopa como base fundamental da minha alimentação.
Esta semana foi a primeira, desde Julho, em que parei de comer religiosamente “a sopa”. Acho que devo ter comido umas duas ou três vezes,mas em todas as restantes refeições, alimentei-me do que havia. Precisei de umas férias de sopa.
Verifico que a retirada da omnipresente sopinha não teve grande influência nas pesagens, dado que estou no intervalo 59.0-59.5, o que me deixa contente… cada vez que tenho um 59 no intervalo de 59.5-60.0 em jejum, entro num panicozinho… esse excessozinho é muitas vezes fruto de ir-me pesar antes da visita ao w.c., mas de qualquer forma, estremeço. Não quero mesmo readquirir a minha massa gorda perdida e é este meio-quilo que me segura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De relevo, esta semana, teve o corte radical do meu cabelo, que já não cortava a sério desde Março de 2006. Definitivamente: sou uma gaja de cabelo curto. Quando vi a guedelha no chão do cabeleireiro a minha alminha iluminou-se, e devo dizer!, o gajo que me cortou o cabelo é um profissional. Fiquei cliente. Espero que não feche, como todos os outros sítios daonde saí com uma peruca em condições.

Fiquei (mais ou menos) assim…

E, então, até para a semana!
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